são Pedro da União
domingo, 8 de dezembro de 2013
Miguel Daoud comenta situação da cafeicultura
Para o analista Miguel Daoud, a demora para dar uma posição definitiva sobre as dívidas dos cafeicultores mostra uma fraqueza do Ministério da Agricultura, que depende de outros ministérios para poder agir. Daoud defende uma área autônoma dentro desse ministério que pudesse atender a demandas como essas prontamente. (Exibido em 21/11/2013)
domingo, 3 de novembro de 2013
Lideres da cafeicultura reuniram em Guaxupé
O impacto do preço baixo do Café nos 17 municípios da AMOG, reuniram-se Lideres da cafeicultura para assinar o compromisso de reforço junto ao pedido da suspenção das dividas dos produtores junto ao Governo Federal.
No dia 31/10 reuniram-se na sede da AMOG (Associação do Municípios da Micro região da Baixa Mogiana) em Guaxupé, líderes ligados ao Setor Cafeeiro, dentre eles Representantes de Cooperativas, Sindicatos, Associação Comercial, Líderes de Associações de Cafeicultores, Representante da OAB e Representante dos Prefeitos que compõem o 17 Municípios. Em anexo Ata resumida dos assuntos abordados e fotos do evento. (Cobrando uma resposta do governo Federal uma resposta das reivindicações efetuadas pelo setor cafeeiro, dentre elas o pedido da suspenção dos vencimentos da divida por 90 dias, até que se encontre uma saída para a crise do setor, pedido este efetuada pela Senadora Katia Abreu, presidente da CNA Confederação da Agricultura.http://www.tvsul.tv.br/?p=25211#comment-7796






sábado, 7 de setembro de 2013
Conab confirma primeiro leilão de Opções para a próxima sexta-feira(13). É o primeiro de três leilões e serão ofertadas 1 milhão de sacas a R343,00/sc de 60 kg.Cada produtor poderá adquirir contratos para 500 sacas.
Nesta sexta-feira (6), o governo divulgou uma portaria interministerial no Diário Oficial da União autorizando os contratos de opção de venda de 3 milhões de sacas para o café a R$ 343,00/saca. Ainda na tarde de hoje (6), a Conab publicou o primeiro aviso de venda para 1 milhão de sacas, com todas as regras definidas e a data, que será no próximo dia 13.
Cada produtor poderá comprar até 500 sacas de café para as opções, não apenas nesse primeiro edital, mas no total deles de 3 milhões de sacas, ou seja, os produtores podem comprar um pouco nesse primeiro aviso de vendas e o restante nos demais. Existe uma padronização para esse primeiro leilão, na qual o café deve ser do tipo 6 bebida dura e todas as sacas deverão apresentar esse padrão.
Segundo Eduardo Carvalhaes, do Escritório Carvalhaes, a ideia de limitar as 500 sacas para cada produtor é para dar oportunidade para que mais produtores participem: “Para o pequeno cafeicultor, esse é um volume bastante considerável, já para o grande produtor esse volume é muito pequeno, por isso varia de acordo com o tamanho de cada um”.
O edital e o aviso de vendas concretizam o que foi prometido pelo Ministério da Agricultura e pelo governo federal e, nesse momento, é preciso aguardar como os agentes do mercado reagirão a isso. Porém, Carvalhaes diz que se essa divulgação tivesse sido realizada em fevereiro ou março deste ano, mesmo que fosse para ser vigente agora, a queda de preços poderia ter sido estancada mais cedo.
Até fevereiro o cafeicultor deve avisar ao governo se ele irá ou não exercer a opção de venda ao governo. De acordo com Carvalhaes, se os preços não chegarem aos R$ 343,00/saca para o café do tipo 6 bebida dura, 3 milhões de sacas serão retiradas do mercado e isso irá fazer falta para o mercado, principalmente neste ano em que houve problemas com a qualidade do arábica.
Fonte: Notícias Agrícolas // Aleksander Horta e Paula Rocha

Dia de campo em Mata do Sino, Certificação e Fossa Ecológica
Participamos ontem 05/09/2013 de um Dia de Campo promovido pela EMATER-MG no Sitio Jequitibá proprietário, Sr. Deusdete dos Santos, próximo ao Bairro Mata do Sino em Juruaia. O tema do dia de Campo foi Certificação de Propriedades Cafeeiras e construção de Fossa Ecológica, foram ministradas palestras sobre os assuntos citados e também sobre insumos para a Cafeicultura com as Empresas IHARA (Fungicidas e Inseticidas) e CAFÉ BRASIL( Fertilizantes foliares e fertilizantes de solo). Comparecemos no evento juntamente com 5 cafeicultores de São Pedro da União sendo que 4 já tem suas propriedades certificadas pelo Programa CERTIFICA MINAS CAFÉ que é uma iniciativa do governo estadual e executado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG) e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). O Certifica Minas Café estimula os produtores a adotarem boas práticas de produção, uma gestão moderna da propriedade e incentiva a preservação ambiental.
Foi apresentado aos cerca de 60 participantes, um modelo de fossa ecológica, a ideia é reduzir a contaminação do lençol freático e ainda economizar com a construção da obra. O principal incentivo para que as famílias fizessem a opção veio da Emater–MG que, no ano passado, implantou uma Unidade Demonstrativa no município.
A fossa da Unidade Demonstrativa tem 3 metros de comprimento, 2 de largura e 1,5 de profundidade. A obra custou R$ 500. Valor menor do que um modelo industrial, que chega a custar quase R$ 5 mil.“É uma fossa de baixo custo e fácil construção. O material utilizado é facilmente encontrado e não requer mão de obra especializada”, diz o coordenador técnico regional de Meio Ambiente da Emater–MG de Alfenas, Antônio Henrique Pereira.
O interior da fossa é impermeabilizado com uma fina camada de cimento, evitando que os dejetos entrem em contato com o solo e contaminem o lençol freático.
Com o local devidamente cimentado, são colocados brita, areia, entulhos, e forma-se um túnel com pneus velhos. A fermentação da matéria orgânica acontece dentro desse túnel e é anaeróbia (sem oxigênio). Uma outra fermentação, dessa vez aeróbia (com a presença de oxigênio), acontece na zona de absorção das raízes de plantas cultivadas sobre a fossa. De acordo com Luiz Reis, “os gases absorvidos pelas plantas são liberados na atmosfera, sem cheiro ou contaminação do ambiente”. No caso da Unidade montada pela Emater–MG, sobre a fossa foi implantada uma lavoura de inhame.
O extensionista também explica que a fossa ecológica não pode receber gordura nem excesso de água. Dessa forma, a água utilizada no chuveiro e na pia deve ser direcionada para outro local para o tratamento adequado. “A gordura atrapalha os processos de fermentação e evaporação”, diz Luiz Reis.
Em Varginha-MG mais de 100 fossas ecológicas já foram construídas.
“Com a adoção da fossa ecológica, o produtor rural dará o destino adequado ao esgoto sanitário, entulhos, pneus e estará contribuindo para a melhoria da qualidade da água superficial e subterrânea. Evitará ainda a contaminação do solo e a propagação de doenças, contribuindo para a melhoria do meio ambiente e para a saúde de sua família”, diz o coordenador Antônio Henrique Pereira.
Os interessados em construir a fossa ecológica poderão obter maiores informações nos Escritórios da Emater.
— em Mata do Sino.
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